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A “Arte na Guerra” de Fernand Léger

Das tintas e pincéis de seu ateliê para as armas na trincheiras da guerra. Foi isso o que aconteceu na vida do pintor e escultor francês Fernand Léger, reconhecido artista do movimento cubista. Logo no momento em que Léger estava em grande forma criativa foi recrutado pelo governo francês para servir na Primeira Guerra Mundial.

Fernand Léger tem obras expostas no MAC USP Nova Sede

Foi para o fronte, de onde saiu ileso. E, contrariando Sun Tzu, transformou “A Arte da Guerra” em “Arte na Guerra”. Isso porque a experiência pela qual vivera influenciou diretamente sua obra. Após esta etapa de sua vida, a pintura passou a representar a sua admiração pelos objetos mecânicos, tendo especial interesse pelos tanques de guerra.

A descoberta, como diz ele próprio, do “povo francês” tem sobre o pintor profunda influência, o que bastou para fazê-lo esquecer a arte abstrata de 1912-1913. A partir dessa experiência até o fim da vida, Léger se destaca por uma integração homem-máquina que o distingue de qualquer outro pintor. Inventa uma vida plástica e colorida, partindo da precisão das máquinas e fazendo abstração do espaço. Sinais ferroviários, bielas e trilhos alternam em telas imensas com palhaços,bailarinas e operários.

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A partir de 1920, predomina em sua obra a figura humana enquadrada por elementos industriais. Devido à Segunda Grande Guerra, foi para, Estados Unidos da América, onde foi professor na Universidade de Yale e no Mills College, tendo voltado para França em 1945.

De volta à sua terra natal, concebeu os vitrais da Igreja Sacre Coeur e um painel para o Palácio das Nações Unidas de Nova Iorque. Pintou, em 1954, o seu mais conhecido quadro: A grande parada.
Em 1955, ano do seu falecimento, foi homenageado com o prémio da Bienal de São Paulo.

Obra: A grande parada

Ficou interessado na história do artista? Então aproveite o mês de fevereiro, que marca a data de nascimento do artista (04/02/1881), para visitar as obras de Léger no MAC USP Nova Sede. Destaque para as pinturas abaixo, em cartaz na mostra “O Artista como Autor / O Artista como Editor”.

Fernand Léger, 1936 – Composição

Fernand Léger – Composição, 1938

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